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25.06.2010

Petroleo e Gás

Novidades - Petroléo e Gás


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Fechamento: Ontem|Fonte: BACEN





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LEIA HOJE NA COLUNA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA: DESENVOLVIMENTO NACIONAL ATRAI POLO DE PESQUISA



Rio pode atrair mais R$ 11 bi em investimentos

O Estado do Rio poderá receber mais R$ 11,5 bilhões em investimentos nos próximos anos, com a instalação de dois empreendimentos no Porto do Açu, área em São João da Barra, no Norte Fluminense, que pertence ao grupo controlado pelo empresário Eike Batista. Um dos projetos é da siderúrgica Ternium, subsidiária do grupo ítalo-argentino Techint, que pretende erguer uma usina com capacidade para produção de cinco milhões de placas de aço por ano no porto. O outro é de uma empresa do próprio Eike, a OSX, que avalia construir um estaleiro na região, após ter seu pedido de licença ambiental negado em Santa Catarina.
Nesta quinta-feira, o presidente da Ternium esteve reunido com o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio de Janeiro, Júlio Bueno, para debater detalhes do projeto. A empresa já deu entrada com o pedido de licença ambiental e mantém 60 engenheiros trabalhando no projeto. De acordo com Bueno, a ideia é produzir placas de aço para fabricação de tubos, com o objetivo de atender aos mercados interno e externo. O secretário estima um investimento de no mínimo US$ 5 bilhões ou R$ 8,9 bilhões.
Leia na coluna de Pré-sal: Pré-sal deve atrair US$ 190 bilhões.
Globo, Economia – Danielle Nogueira


Petrobras recebe propostas para aluguel de sondas

A Petrobras recebeu ontem as propostas técnicas e comerciais de empresas interessadas em construir no Brasil e alugar à estatal quatro sondas de perfuração de poços de petróleo. As propostas envolvem o afretamento em contratos de longo prazo de duas unidades do tipo semi-submersível e de dois navios-sonda. Cinco empresas apresentaram ofertas em parceria com estaleiros nacionais. Outras cinco companhias que haviam sido convidadas para o certame pela Petrobras não fizeram ofertas e estão fora da disputa. A Queiroz Galvão apresentou proposta para afretar à Petrobras duas plataformas de perfuração semi-submersíveis. As unidades seriam construídas no estaleiro BrasFels, da Keppel Fels Brasil, em Angra dos Reis (RJ).
O mesmo estaleiro foi relacionado como parceiro em propostas das empresas Etesco e Petroserv, ambas interessadas em construir e afretar unidades semi-submersíveis de perfuração à Petrobras. Fontes que acompanham o processo disseram ainda que a empresa Odfjell fez oferta para o afretamento de dois navios-sonda que seriam construídos pelo consórcio Galvão e Alusa em estaleiro a ser construído em Quissamã, no Rio. A Etesco também teria apresentado proposta para construir dois navios de perfuração no futuro estaleiro da OSX. E a Saipem teria feito oferta para afretar quatro navios de perfuração, os quais seriam construídos no Eisa Alagoas, que ainda está na fase de projeto. Procurada, a Petrobras disse que não comenta processos licitatórios em andamento.
Valor, Empresas – Francisco Góes


Transpetro pode elevar importação de aço, se preço subir muito

Com a provável alta do preço dos produtos siderúrgicos, refletindo os recentes reajustes do minério de ferro, a Transpetro - braço logístico da Petrobras - avalia ampliar a importação de aço para suprir a demanda de seu programa de modernização de frota, o Promef. Até agora foram adquiridas 123,6 mil toneladas de aço para a construção das 49 embarcações previstas no programa até 2013. Desse montante, 32% foram comprados da Usiminas, única fornecedora nacional de chapa grossa de aço para a indústria naval.
Fontes da agência Reuters disseram que a siderúrgica deve reajustar seus produtos em 10,75% no terceiro trimestre, após alta de 11% a 15% em abril. “A gente vai ter que continuar comprando aço para construir navio. Se não for aqui, será em outro lugar. Caso contrário, nossa indústria não será competitiva” - afirmou nesta quinta-feira o presidente da Transpetro, Sergio Machado, em cerimônia de lançamento do primeiro navio da Promef construído no Estado do Rio.
Globo, Economia


O cenário é claramente de renascimento e expansão

A 5X Petróleo desta semana é com Pedro Paulo Saraceni, autor do livro Transporte Marítimo de Petróleo e Derivados. A obra oferece um panorama geral sobre os fundamentos do transporte marítimo e estuda, em maior profundidade, o funcionamento dessa atividade na indústria de petróleo e derivados.
“O cenário atual é claramente de renascimento e expansão. Enquanto alguns estaleiros localizados em áreas mais tradicionais retomam as atividades de construção naval – estavam quase todos ou na construção de estruturas offshore, ou de embarcações de apoio marítimo, ou no setor de reparos, outros estaleiros – a exemplo do Atlântico Sul, em Suape, surgem e criam novos polos de construção naval”, explicou Pedro Paulo ao Nicomex Notícias.
Leia essa entrevista na íntegra, acessando a coluna 5X Petróleo em nossa Revista Eletrônica.


Petróleo fecha estável

Os preços do petróleo fecharam a quinta-feira praticamente estáveis. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), no contrato para agosto, a cotação do barril cedeu U$ 0,16, a US$ 76,51. No ano, registra declínio de 3,6%. Na ICE Futures Europe, em Londres, o barril tipo Brent, nos contratos para agosto, subiu US$ 0,2, a US$ 76,47.
J. Commercio, Seu Dinheiro


Sobra de aço chega a 23 milhões de toneladas, diz setor

A sobra de aço bruto no Brasil será de 23 milhões de toneladas neste ano, segundo cálculo feito pelo IABr (Instituto Aço Brasil) -sucessor do IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia). A capacidade instalada no país em 2010 será de 48,5 milhões de toneladas, e o consumo interno, de 25,4 milhões de toneladas. A solução é exportar o máximo possível para reduzir as sobras. Mas o mundo padece do mesmo problema. Os excedentes mundiais de aço bruto são estimados em 600 milhões de toneladas. O parque siderúrgico mundial pode produzir até 1,4 bilhão de toneladas por ano. E nesse universo o Brasil é apenas uma gota. O IABr estima que as exportações serão de aproximadamente 11 milhões de toneladas.
Confirmada essa estimativa, o parque siderúrgico brasileiro fechará o ano com ociosidade próxima a 12 milhões de toneladas. O número revela que a forte demanda de aço no mercado interno entre janeiro e maio ainda não resultou na recuperação da produção do setor aos níveis pré-crise. Essa situação nutre um debate nos bastidores do setor. A sobra de capacidade tem sido usada como justificativa do setor siderúrgico para a cautela em avançar em novos investimentos a fim de ampliar a produção de aço bruto, como quer e está fazendo a Vale.
Folha, Mercado – Agnaldo Brito


Venezuela nacionaliza torres de petroleira

O governo do presidente venezuelano, Hugo Chávez, decidiu nacionalizar as torres de perfuração petroleira da companhia americana Helmerich & Payne no país. A empresa reclama há meses de que a estatal petroleira PDVSA, para quem prestava serviços até 2009, lhe deve ao menos US$ 49 milhões. O anúncio foi feito anteontem pelo ministro de Energia e presidente da PDVSA, Rafael Ramírez, que acusou a empresa de se recusar a negociar com o governo tarifas do serviço. A nacionalização não foi uma surpresa, já que desde o começo do ano a Helmerich & Payne havia deixado de operar, alegando já ter cumprido todas suas obrigações contratuais com a PDVSA. Ontem, a empresa disse não ter sido notificada sobre a decisão de Caracas.
"Nossa disputa com a PDVSA nunca foi muito complicada e nossa posição segue bastante clara: nós simplesmente queremos ser pagos pelo serviço que já prestamos", disse o executivo-chefe da empresa, Hans Helmerich, em nota.O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA Mark Toner cobrou que Caracas compense a empresa. "Se tomaram essa medida, que compensem os donos das torres de perfuração", disse. Toner afirmou que a nacionalização de ativos de companhias estrangeiras não é nada boa para "o clima de investimentos". A Helmerich & Payne é considerada uma empresa pequena no gigantesco setor petroleiro venezuelano, o quinto maior fornecedor de combustível para os EUA.
Leia na coluna de Petróleo: Pequenas petrolíferas lutam por espaço.
Folha, Mundo – Flávia Marreiro


Brasil e EUA se opõem à Europa no G-20

A Europa vai levar à cúpula do G-20, em Toronto, neste fim de semana, uma mensagem clara: a prioridade é a reorganização das finanças públicas, e não as medidas de relançamento da economia. Ministros de Finanças da União Europeia defenderam ontem os planos de austeridade implementados pelos principais países do bloco, como Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Espanha. Segundo a ministra de Finanças da França, Christine Lagarde, o retorno ao equilíbrio é "um imperativo" inegociável para o bloco, depois da onda especulativa na Grécia, em Portugal e na Espanha.
A posição é uma resposta antecipada aos Estados Unidos, que têm aumentado a pressão pela manutenção dos medidas de estímulo à atividade econômica na Europa. O Brasil está alinhado com a posição americana. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja hoje para Toronto, onde pretende cobrar dos governantes compromissos com a retomada do crescimento da economia.
Estadão, Economia & Negócios – Andrei Netto


Desemprego cresce em maio com aquecimento

A taxa de desemprego nas seis maiores regiões brasileiras subiu em maio para 7,5% - a mais baixa da série histórica para o mês, iniciada em 2002 - segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O motivo do aumento da desocupação em relação a abril (7,3%) foi o aquecimento da economia, que provocou uma procura mais intensa por emprego, e o mercado não absorveu todo o contingente.
“O aumento da ocupação não foi suficiente para atender à demanda”, disse o economista do IBGE, Cimar Pereira Azeredo. “O primeiro aquecimento da economia pressiona a taxa”. Azeredo classificou o aumento de 0,02 ponto percentual no desemprego de “estatisticamente insignificante”. De acordo com o IBGE, entre abril e maio foram abertas 54 mil vagas, mas outros 57 mil novos trabalhadores ingressaram no mercado em busca de uma oportunidade.
Leia na coluna de Economia: Falta de mão de obra pode prejudicar crescimento.
JB, Economia


Estaleiro gaúcho inicia operação em dois anos

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Superaquecidas, as movimentações em torno da construção de estaleiros por todo Brasil ganham cada vez mais força, enquanto as empresas responsáveis por seus projetos lidam com licenças ambientais. O Grupo Wilson, Sons lançou ontem a pedra fundamental do projeto de construção do segundo estaleiro da Companhia na cidade do Rio Grande (RS). O empreendimento contará com uma área de 120 mil m² e já recebeu a aprovação de US$ 140 milhões do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para a obra. “Já operamos com contêineres em Rio Grande e essa nova operação vai expandir significativamente nas atividades voltadas aos futuros projetos do pré-sal”, diz Arnaldo Calbucci, diretor de rebocares, offshore e estaleiros.

O empreendimento faz parte dos R$ 13 bilhões em investimentos e da geração de 12 mil empregos previstos para a área naval de Rio Grande até 2015. A previsão é de o empreendimento ser executado em 18 meses. O estaleiro terá capacidade de criar cerca de 600 postos de trabalho na primeira fase e deverá chegar a 2 mil quando estiver operando em plena capacidade, daqui a cerca de quatro anos.
Leia na coluna de Indústria Naval: Justiça impede ampliação de estaleiro no Rio.
Brasil Econômico, Empresas


.... NN Esportes

Os últimos dias na África do Sul foram decisivos para o andamento da Copa do Mundo. Desde a última terça-feira, vem sendo disputada a terceira e última rodada da fase de grupos, com os jogos ganhando em emoção e os cruzamentos das oitavas-de-final sendo definidos. No grupo A, classificaram-se Uruguai em primeiro e México em segundo. No B, Argentina e Coréia do Sul, nessa ordem. No grupo C, passaram de fase Estados Unidos e Inglaterra e no D, Alemanha e Gana. Holanda e Japão foram os melhores do grupo F e Paraguai e Eslováquia foram adiante no grupo E.
Um dos parceiros da Fifa na realização da Copa do Mundo, o grupo automotivo Kia-Hyundai é o fornecedor oficial de transporte para todos os envolvidos no evento. Para isso, a companhia cedeu uma frota com mais de 200 veículos para assegurar a locomoção de equipes, oficiais, representantes e visitantes VIPs do mundo inteiro. Entre essas colaborações estão os ônibus das 32 seleções nacionais que disputam a competição. Eles são movidos a biodiesel, produzido, em parte, pelo óleo das cozinhas de Johanesburgo, maior cidade sul-africana, que receberá os primeiros jogos do Brasil na Copa.
Leia essa matéria na íntegra acessando a coluna NN Esportes da nossa revista eletrônica.
Nicomex Notícias – Matheus Franco

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